
junho 19, 2009
O maior dos diplomatas portugueses actuais

junho 08, 2009
junho 06, 2009
Hino de Duran

(Mãos de Edmundo Pedro, fotografadas por José Goulão)
Se tu falas muitas palavras sutis
E gosta de senhas sussurros ardís
A lei tem ouvidos pra te delatar
Nas pedras do seu próprio lar
Se trazes no rosto a contravenção
Muambas, baganas e nem um tostão
A lei te vigia, bandido infeliz
Com seus olhos de raios X
Se vives nas sombras frequentas porões
Se tramas assaltos ou revoluções
A lei te procura amanhã de manhã
Com seu faro de doberman
Se pensas que burlas as normas penais
Insuflas agitas e gritas demais
A lei logo vai de abraçar infrator
com seus braços de estivador
(Chico Buarque, Ópera do Malandro, Rio de Janeiro: 1978).
maio 12, 2009
abril 27, 2009
abril 25, 2009
Comemorações

março 10, 2009
novembro 19, 2008
novembro 06, 2008
novembro 05, 2008
Still I rise
With your bitter, twisted lies,
You may trod me in the very dirt
But still, like dust, I'll rise.
Does my sassiness upset you?
Why are you beset with gloom?
'Cause I walk like I've got oil wells
Pumping in my living room.
Just like moons and like suns,
With the certainty of tides,
Just like hopes springing high,
Still I'll rise.
Did you want to see me broken?
Bowed head and lowered eyes?
Shoulders falling down like teardrops.
Weakened by my soulful cries.
Does my haughtiness offend you?
Don't you take it awful hard
'Cause I laugh like I've got gold mines
Diggin' in my own back yard.
You may shoot me with your words,
You may cut me with your eyes,
You may kill me with your hatefulness,
But still, like air, I'll rise.
Does my sexiness upset you?
Does it come as a surprise
That I dance like I've got diamonds
At the meeting of my thighs?
Out of the huts of history's shame
I rise
Up from a past that's rooted in pain
I rise
I'm a black ocean, leaping and wide,
Welling and swelling I bear in the tide.
Leaving behind nights of terror and fear
I rise
Into a daybreak that's wondrously clear
I rise
Bringing the gifts that my ancestors gave,
I am the dream and the hope of the slave.
I rise
I rise
I rise.
outubro 05, 2008
5 de Outubro
setembro 12, 2008
agosto 31, 2008
Lendas e Narrativas
agosto 25, 2008
I won't dance, don't ask me
(extraído do programa do PCP)
Com uma vanguarda destas, a "classe operária" e "todos os trabalhadores" estão bem fodidos.
agosto 22, 2008
A revolução contínua (Mao)
"Para terminar: nessa indescritível apoteose feita ao Exército e à Marinha em Braga, ao comemorar-se o décimo aniversário deste movimento, milhares de pobres homens pobremente vestidos levantavam ao alto, para que fossem bem vistos de todos, cartazes com esta inscrição: a Revolução continua. E eu pergunto se, enquanto houver uma nuvem de perigo externo, um germe de desagregação interior, um português sem trabalho ou sem pão, a Revolução não há-de continuar!"
António de Oliveira Salazar, Discurso proferido em Lisboa nas comemorações do ano X da Revolução Nacional, 28 de Maio de 1936. Publicado em Discursos e notas políticas, vol. II, Coimbra Editora, Lda., 1937
Pessoalmente, entre todos os Salazares, prefiro este:

agosto 16, 2008
agosto 10, 2008
junho 18, 2008
Dia da Raça
Em solidariedade com o nosso glorioso e sábio Presidente da República, uma autêntica orquestra formada exclusivamente por cavaquinhos, espécie de devaneio ao género Portugal dos Pequenitos para rir. Neste caso maviosos e harmónicos. E, particularmente, sem bombas de gasolina em Boliqueime. O combustível está demasiado caro para os autos-de-fé. Se o supremo magistrado na Nação se referia à Raça da I República ou à Raça do Estado Novo, ninguém sabe. Pessoalmente, presumo que se refira à Peugeot de "O leão mostra a sua raça." O slogan mais difundido pela cultura de massas enquanto o Sr. Silva atestava depósitos.
junho 11, 2008
Banalidades

